quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

DEIXEMOS AFLORAR O NOSSO BOM SENSO

Tem razão quem diz que “a voz do povo é a voz de Deus”, especialmente no que se refere às decisões que envolvem mudanças de comportamento. Isso está mais do que claro quando se trata do combate à dengue, cujos focos do mosquito transmissor (Aedes aegypti) estão dentro dos quintais e residências. Nesse caso, por se tratar de um espaço privado, o serviço público não entra sem ser convidado. Portanto, a iniciativa de manter o ambiente livre do mosquito deve partir do morador. O mesmo acontece com as demais campanhas de prevenção de doenças, como é o caso da leptospirose, comum nesta época do ano e causada pela urina do rato, que não deve ser alimentado por restos de produtos das cozinhas domiciliares. A voz popular também define se o trânsito se tornará mais harmonioso, independentemente de campanhas preventivas  que poderão ser  feitas para evitar a asfixia do tráfego no centro da cidade, além das mortes e acidentes, que cresceram assustadoramente. É verdade que, nesse caso, a legislação ampara a aplicação de multas e outros artifícios que garantam a ordem, mas, ainda assim, existe a necessidade da participação ativa de cada cidadão para uma mudança completa de antigos hábitos. A participação da população é importante em qualquer mudança. Vale lembrar que neste ano também a coletividade vai definir sobre o revezamento dos nossos representantes políticos, tanto para o executivo quanto para o legislativo. É o povo que decide quem sai e quem fica. É a participação do cidadão que define as causas de seu interesse e benefício. Vale destacar que a participação ativa de todos é importante em qualquer dessas questões, não importa a cor, crença, raça, opção sexual, grau de instrução ou classe social. Não podemos é nos omitir, e ficar de braços cruzados. Tenhamos um pouco de atitude e bom senso!!!


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