Zagueiro do Chapadinha admite "corpo mole" em fatídica goleada

Depois da repercussão mundial que ganhou, um dia depois do massacre de 11 a 0 para o Viana, na última quinta-feira, alguns jogadores e o técnico do Chapadinha, Jadilson Oliveira, decidiram falar sobre o possível jogo “mole” da equipe. O zagueiro Toninho, personagem direto no possível escândalo, revelou que a justificativa do corpo mole dos jogadores na partida seria uma revolta de todos os jogadores do Galo da Chapada, quanto à participação do Moto na Série B do Estadual, no mesmo ano em que a equipe foi rebaixada para a segunda divisão.“Começamos a fazer corpo mole depois que ficamos sabendo da goleada do Moto na outra partida. A federação tentou ajudar de todas as formas o Moto. Eles não eram nem para estarem participando da segunda divisão. Ela (Federação) colocou o Moto para participar, porque queria que eles subissem logo. Com isso, pedi ao meu parceiro (Alisson), que também é zagueiro, para deixar os caras fazerem os gols”, revelou Toninho.Já a justificativa do técnico Jadilson, no entanto, foi mais quanto à goleada do Papão, que começava a se desenhar na outra partida. “Nossa equipe se desanimou depois de ficamos sabendo que ficamos sabendo no intervalo, que o Moto já estava ganhando de: 3 a 0”. Entretanto, na lista da comissão que investiga o caso, outros jogadores do Chapadinha, além do zagueiro e do treinador, foram convocados para prestarem esclarecimentos, nesta segunda-feira, na sede da entidade. Também estarão presentes os dirigentes e o presidente do clube Magno Bacelar.
o imparcial

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