
O ex-presidente cubano Fidel Castro recomendou na segunda-feira que ninguém confie no “sorriso gentil” do presidente dos EUA, Barack Obama, e alertou que Washington trama contra governos esquerdistas da América Latina, inclusive o da Venezuela.Fidel, de 83 anos, que governou a ilha por quase 50 anos, até que sua saúde o obrigou a transferir o poder a seu irmão Raúl, em 2008, inicialmente elogiou a eleição de Obama, mas depois se tornou cada vez mais crítico.
Em carta lida pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, num encontro de líderes esquerdistas em Havana, Fidel disse que os EUA apóiam movimentos direitistas na esperança de enfraquecer Chávez e outros líderes socialistas da região.
“As reais intenções do império são óbvias, desta vez por baixo do sorriso gentil e do rosto afro-americano de Barack Obama”, disse a carta. “O império está se mobilizando por detrás de forças direitistas na América Latina para atacar a Venezuela e, assim, atacar (outros) Estados.”
Fidel enumerou, então, o golpe de Estado em Honduras e o estabelecimento de sete bases militares na Colômbia, lembrando que os fatos recentes ocorreram após a posse de Obama “Seu antecessor já havia restabelecido a IV Frota, meio século depois de encerrada a última contenda mundial e sem que existisse nem Guerra Fria, nem União Soviética”, colocou.
Fidel, que encabeçou a Revolução Cubana que tomou o poder em 1959, criticou o discurso de Obama para justificar o envio de mais soldados ao Afeganistão. Segundo ele, as palavras do norte-americano são um exemplo da lógica e do pensamento imperialista.
Em carta lida pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, num encontro de líderes esquerdistas em Havana, Fidel disse que os EUA apóiam movimentos direitistas na esperança de enfraquecer Chávez e outros líderes socialistas da região.
“As reais intenções do império são óbvias, desta vez por baixo do sorriso gentil e do rosto afro-americano de Barack Obama”, disse a carta. “O império está se mobilizando por detrás de forças direitistas na América Latina para atacar a Venezuela e, assim, atacar (outros) Estados.”
Fidel enumerou, então, o golpe de Estado em Honduras e o estabelecimento de sete bases militares na Colômbia, lembrando que os fatos recentes ocorreram após a posse de Obama “Seu antecessor já havia restabelecido a IV Frota, meio século depois de encerrada a última contenda mundial e sem que existisse nem Guerra Fria, nem União Soviética”, colocou.
Fidel, que encabeçou a Revolução Cubana que tomou o poder em 1959, criticou o discurso de Obama para justificar o envio de mais soldados ao Afeganistão. Segundo ele, as palavras do norte-americano são um exemplo da lógica e do pensamento imperialista.
oliveira ramos
Nenhum comentário:
Postar um comentário