Alô Pedreiras, ê Maranhão... o blog irá entrar numa discussão necessária acerca destes três elementos que sempre estão presentes em nossos destinos políticos, sendo assim, tentaremos falar um pouco sobre o tema, e lógico tentar promover cidadania e informação. Falta esclarecimento, mas sobra adulação ao político na hora do voto. Posicionar-se frente aos jogos de poder das siglas partidárias tornou-se um desafio, e que desafio. A sociedade, perdida e desinformada, é presa fácil para as bajulações, as trocas de favores e as diversas estratégias desprezíveis dos candidatos, na busca para chegar ao poder.
Desde que a constituição de 1988 foi promulgada, o Brasil passou a contar com uma infinidade de siglas partidárias, as quais representam, ou, pelo menos, "deveriam representar", a diversidade política e ideológica dos projetos existentes para o país.
É histórico esse processo. Hoje naturalizado no cenário nacional. Durante a ditadura militar, por meio da Lei Falcão, surgiu, no Brasil, duas siglas partidárias: a Arena - Aliança Renovadora Nacional - (criada com o objetivo de apoiar o regime) e o MDB - Movimento Democrático Brasileiro - (que fazia oposição ao regime, mas era, até certo ponto, controlada por ele)
Na década de 1980, vários partidos surgiram e outros saíram da clandestinidade, formando, assim, a atual conjuntura político-partidária nacional.
Não são raros os casos de políticos que mudam de uma sigla para outra, com a única intenção de atingir o poder. Essa troca desenfreada de legenda, corrobora com a falácia de que: "políticos são todos iguais. Grande parte das pessoas não têm consciência da importância do voto ideológico, há uma relação de pouco apreço aos partidos, ou, porque eles nascem de cima para baixo e a população não participa de suas formações, ou porque, as idéias giram em torno de um líder, que consegue ter ascendência sobre os outros, ou seja, os militantes seguem sem conhecimento do que o partido deseja, o que ele defende e qual é a sua proposta de fato.
No Brasil ainda não temos partidos que possuam uma proposta clara e lutem para chegar ao poder com a intenção de colocar em prática seus programas. Hoje, são mais de 22 partidos registrados e as pessoas se perguntam: O que diferencia um partido de direita para um de esquerda? Ou mesmo dois partidos de esquerda. Tudo isso leva a confusão na mente do eleitor, o que gera essa triste realidade eleitoral.
As constatações que vivenciamos deixam claro que a mídia não faz uma análise sobre o papel do partido, do que ele representa. A sociedade é privada das principais informações. É só prestar atenção no enfoque dos veículos de comunicação durante as campanhas eleitorais. O principal, para os "grandes meios de comunicação", é divulgar pesquisas de intenção de voto, os debates e mostrar aos espectadores quem está na frente. Isso é mais uma forma de induzir o eleitor a votar em determinado candidato, excluindo novas possibilidades. A idéia proposta pela imprensa é de que a disputa já está definida. O eleitor poderá "jogar seu voto fora", caso não escolha os que estão a frente do processo. A mídia poderia fazer um trabalho maravilhoso de esclarecimento junto a população, o fato negativo, é que ela utiliza esta força descomunal para decidir pelo eleitor, esta é a verdade.
Sem conhecer nada do partido, os votos acabam sendo concedidos pela amizade estabelecida com o candidato, ou, porque, o cacique negocia votos em troca de benesses. Isso, além de ser ilegal, é uma lástima para a democracia. Ganha quem chegar mais rápido no potencial eleitor, for capaz de conseguir mais aliados e se tratar de um exímio negociante. Infelizmente, estas estratégias nada têm a ver com a capacidade de governar para todos, por todos e com todos.
Desde que a constituição de 1988 foi promulgada, o Brasil passou a contar com uma infinidade de siglas partidárias, as quais representam, ou, pelo menos, "deveriam representar", a diversidade política e ideológica dos projetos existentes para o país.
É histórico esse processo. Hoje naturalizado no cenário nacional. Durante a ditadura militar, por meio da Lei Falcão, surgiu, no Brasil, duas siglas partidárias: a Arena - Aliança Renovadora Nacional - (criada com o objetivo de apoiar o regime) e o MDB - Movimento Democrático Brasileiro - (que fazia oposição ao regime, mas era, até certo ponto, controlada por ele)
Na década de 1980, vários partidos surgiram e outros saíram da clandestinidade, formando, assim, a atual conjuntura político-partidária nacional.
Não são raros os casos de políticos que mudam de uma sigla para outra, com a única intenção de atingir o poder. Essa troca desenfreada de legenda, corrobora com a falácia de que: "políticos são todos iguais. Grande parte das pessoas não têm consciência da importância do voto ideológico, há uma relação de pouco apreço aos partidos, ou, porque eles nascem de cima para baixo e a população não participa de suas formações, ou porque, as idéias giram em torno de um líder, que consegue ter ascendência sobre os outros, ou seja, os militantes seguem sem conhecimento do que o partido deseja, o que ele defende e qual é a sua proposta de fato.
No Brasil ainda não temos partidos que possuam uma proposta clara e lutem para chegar ao poder com a intenção de colocar em prática seus programas. Hoje, são mais de 22 partidos registrados e as pessoas se perguntam: O que diferencia um partido de direita para um de esquerda? Ou mesmo dois partidos de esquerda. Tudo isso leva a confusão na mente do eleitor, o que gera essa triste realidade eleitoral.
As constatações que vivenciamos deixam claro que a mídia não faz uma análise sobre o papel do partido, do que ele representa. A sociedade é privada das principais informações. É só prestar atenção no enfoque dos veículos de comunicação durante as campanhas eleitorais. O principal, para os "grandes meios de comunicação", é divulgar pesquisas de intenção de voto, os debates e mostrar aos espectadores quem está na frente. Isso é mais uma forma de induzir o eleitor a votar em determinado candidato, excluindo novas possibilidades. A idéia proposta pela imprensa é de que a disputa já está definida. O eleitor poderá "jogar seu voto fora", caso não escolha os que estão a frente do processo. A mídia poderia fazer um trabalho maravilhoso de esclarecimento junto a população, o fato negativo, é que ela utiliza esta força descomunal para decidir pelo eleitor, esta é a verdade.
Sem conhecer nada do partido, os votos acabam sendo concedidos pela amizade estabelecida com o candidato, ou, porque, o cacique negocia votos em troca de benesses. Isso, além de ser ilegal, é uma lástima para a democracia. Ganha quem chegar mais rápido no potencial eleitor, for capaz de conseguir mais aliados e se tratar de um exímio negociante. Infelizmente, estas estratégias nada têm a ver com a capacidade de governar para todos, por todos e com todos.
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