Quando pensei em escrever este post, ví um horizonte amplo no campo da comunicação radiofônica, e televisiva, no que tange a conduta parcial e perigosa de muitos destes profissionais. Pois a mistura microfone,
comunicador, e ética, são pontos que devem andar juntos para que possamos construir equilíbrio no que podemos chamar de autocensura. Às vezes o comunicador na sua empolgação não percebe o potencial que possui esse pequeno instrumento (o microfone) no que tange em conduzir informações instantaneamente e acaba atropelando palavras sem observar a força que elas têm, e deixa escapar do seu controle o que de melhor deve possuir dentro da profissão, a ética; é de suma importância para o profissional do microfone, saber que ele é um formador de opinião, que existe um universo de ouvintes e que são multiplicadores da mensagem recebida e que como formador de opinião, deve, se policiar para não induzir uma comunidade, uma categoria etc. a cometer delitos ou criar situações que, favoreçam grupos,que possam ferir um bem público, denegrir a imagem de alguém ou até mesmo submeter-se a constrangimentos sem ter conhecimento do que se fez. É evidente que o uso do poder de formador de opinião deve ser usado, quando para educar, colaborar na fomentação da cultura, da saúde,da educação, da sociabilidade, enfim; quando for para o bem da coletividade, pois o profissionais do rádio e tv, tem um compromisso de responsabilidade social, mas sua postura tem que ser transparente e construída dentro de uma linguagem clara, para que seu ouvinte também se informe e forme seus pensamentos de maneira ética, saudável, e coerente.
comunicador, e ética, são pontos que devem andar juntos para que possamos construir equilíbrio no que podemos chamar de autocensura. Às vezes o comunicador na sua empolgação não percebe o potencial que possui esse pequeno instrumento (o microfone) no que tange em conduzir informações instantaneamente e acaba atropelando palavras sem observar a força que elas têm, e deixa escapar do seu controle o que de melhor deve possuir dentro da profissão, a ética; é de suma importância para o profissional do microfone, saber que ele é um formador de opinião, que existe um universo de ouvintes e que são multiplicadores da mensagem recebida e que como formador de opinião, deve, se policiar para não induzir uma comunidade, uma categoria etc. a cometer delitos ou criar situações que, favoreçam grupos,que possam ferir um bem público, denegrir a imagem de alguém ou até mesmo submeter-se a constrangimentos sem ter conhecimento do que se fez. É evidente que o uso do poder de formador de opinião deve ser usado, quando para educar, colaborar na fomentação da cultura, da saúde,da educação, da sociabilidade, enfim; quando for para o bem da coletividade, pois o profissionais do rádio e tv, tem um compromisso de responsabilidade social, mas sua postura tem que ser transparente e construída dentro de uma linguagem clara, para que seu ouvinte também se informe e forme seus pensamentos de maneira ética, saudável, e coerente.
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