O tema ainda é um complexo emaranhado de tabus que não é facilmente digerido pelas famílias de todas as classes das sociedades chamadas de
civilizadas. A moça quando nasce preferencialmente é submetida a uma vida casta e seus pais preferem que ela fique assim até a data de seu casamento; na verdade, muitos pais nutrem mesmo o forte desejo de que suas filhas jamais conheçam o sexo, por mais que ninguém admita é este o pensamento que paira nas cabeças dos homens mais retrógrados. Mas chega o dia em que elas menstruam e desta forma, querendo ou não, salvo por alguma anomalia motora ou cultura química, elas já podem engravidar; podem dar continuidade de suas árvores genéticas. O problema está na idade em que elas engravidam; em muitas tribos e culturas diferentes da nossa, a mulher pode engravidar logo após a primeira menstruação, como forma de perpetuar logo cedo a história e os costumes de seu povo, mas em países como o Brasil, onde a mulher depende basicamente do apoio familiar até perto da idade adulta, engravidar antes dos 15 anos ainda é visto como um fenômeno estranho, curioso e preocupante! A Organização Mundial de Saúde - OMS, órgão ligado a ONU, afirma que adolescência é um período compreendido entre os 10 e os 20 anos na vida de todo indivíduo; são os países quem determinam a idade adulta de cada pessoa e muitas vezes as questões culturais são os fatores preponderantes para sabermos se a pessoa é uma criança ou um adulto. É comomun vermos em nossa cidade jovens que mal saíram da pré- adolescência terem que encarar a ralidade de uma gravidez precoce...nossos jovens devem ser orientados, esta é a fase onde acham que são livres, tudo podem, e nada os atinge...aí mora o perigo. Nós, pais temos que deixar a velha mania de não conversar com o filho, e de pensar que tudo só acontece na família do amigo, parente, conhecido.Isso é um grande erro!!! Uma gravidez numa idade abaixo de 18 anos não só envolvem os problemas físicos, mas também há de se pensar nas questões econômicas , emocionais, sociais, dentre tantas barreiras que surgem na vida desta pessoa. Quando comprovado a gravidez, seja numa mulher adulta ou numa adolescente, o melhor mesmo é iniciar o pré-natal e que a família proceda com o máximo de zelo, cuidando e dando apoio irrestrito a grávida. Nos casos de gravidez na adolescência o acompanhamento psicológico e obstetra, é fundamental para um desfecho saudável e feliz de todo o processo. Quando a sociedade de forma generalizada adota um padrão educacional levando para a escola aulas de educação sexual, não só diminuem as taxas de gravidez precoce, como também se diminui os índices de doenças sexualmente transmissíveis. Dados brasileiros dão notícia de mais de 30 mil adolescentes grávidas por ano, a grande maioria são moças pobres e com pouco ou nenhuma instrução. Mas o problema não é genuinamente brasileiro; Países de primeiro mundo como: Estados Unidos e França travam uma verdadeira batalha a fim de diminuir as estatísticas cada vez mais crescentes. O Estado assume boa parte deste ônus, primeiro por não dotar o sistema educacional de uma matéria específica, depois porque tem que a conta do hospital raramente é cobrada dos pais; e por último, porque muitas destas crianças são abandonadas e geram uma trabalheira insustentável para outros setores da administração pública. Se os pais ou parentes, obviamente os que possuem maior grau de discernimento lógico, advertir todos os jovens (homens e mulheres), para as conseqüências de uma gravidez na adolescência, estas pessoas poderão pensar melhor antes de executarem o coito entre eles; ou ainda fazendo utilização de preservativos ou anticoncepcionais sob orientação de um médico. É hora de se cuidar meninas! É hora de orientar, senhores pais!
civilizadas. A moça quando nasce preferencialmente é submetida a uma vida casta e seus pais preferem que ela fique assim até a data de seu casamento; na verdade, muitos pais nutrem mesmo o forte desejo de que suas filhas jamais conheçam o sexo, por mais que ninguém admita é este o pensamento que paira nas cabeças dos homens mais retrógrados. Mas chega o dia em que elas menstruam e desta forma, querendo ou não, salvo por alguma anomalia motora ou cultura química, elas já podem engravidar; podem dar continuidade de suas árvores genéticas. O problema está na idade em que elas engravidam; em muitas tribos e culturas diferentes da nossa, a mulher pode engravidar logo após a primeira menstruação, como forma de perpetuar logo cedo a história e os costumes de seu povo, mas em países como o Brasil, onde a mulher depende basicamente do apoio familiar até perto da idade adulta, engravidar antes dos 15 anos ainda é visto como um fenômeno estranho, curioso e preocupante! A Organização Mundial de Saúde - OMS, órgão ligado a ONU, afirma que adolescência é um período compreendido entre os 10 e os 20 anos na vida de todo indivíduo; são os países quem determinam a idade adulta de cada pessoa e muitas vezes as questões culturais são os fatores preponderantes para sabermos se a pessoa é uma criança ou um adulto. É comomun vermos em nossa cidade jovens que mal saíram da pré- adolescência terem que encarar a ralidade de uma gravidez precoce...nossos jovens devem ser orientados, esta é a fase onde acham que são livres, tudo podem, e nada os atinge...aí mora o perigo. Nós, pais temos que deixar a velha mania de não conversar com o filho, e de pensar que tudo só acontece na família do amigo, parente, conhecido.Isso é um grande erro!!! Uma gravidez numa idade abaixo de 18 anos não só envolvem os problemas físicos, mas também há de se pensar nas questões econômicas , emocionais, sociais, dentre tantas barreiras que surgem na vida desta pessoa. Quando comprovado a gravidez, seja numa mulher adulta ou numa adolescente, o melhor mesmo é iniciar o pré-natal e que a família proceda com o máximo de zelo, cuidando e dando apoio irrestrito a grávida. Nos casos de gravidez na adolescência o acompanhamento psicológico e obstetra, é fundamental para um desfecho saudável e feliz de todo o processo. Quando a sociedade de forma generalizada adota um padrão educacional levando para a escola aulas de educação sexual, não só diminuem as taxas de gravidez precoce, como também se diminui os índices de doenças sexualmente transmissíveis. Dados brasileiros dão notícia de mais de 30 mil adolescentes grávidas por ano, a grande maioria são moças pobres e com pouco ou nenhuma instrução. Mas o problema não é genuinamente brasileiro; Países de primeiro mundo como: Estados Unidos e França travam uma verdadeira batalha a fim de diminuir as estatísticas cada vez mais crescentes. O Estado assume boa parte deste ônus, primeiro por não dotar o sistema educacional de uma matéria específica, depois porque tem que a conta do hospital raramente é cobrada dos pais; e por último, porque muitas destas crianças são abandonadas e geram uma trabalheira insustentável para outros setores da administração pública. Se os pais ou parentes, obviamente os que possuem maior grau de discernimento lógico, advertir todos os jovens (homens e mulheres), para as conseqüências de uma gravidez na adolescência, estas pessoas poderão pensar melhor antes de executarem o coito entre eles; ou ainda fazendo utilização de preservativos ou anticoncepcionais sob orientação de um médico. É hora de se cuidar meninas! É hora de orientar, senhores pais!
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